7 mitos sobre as relações sexuais que ninguém nunca contou

Apesar de tudo o que foi dito e escrito sobre a sexualidade, a desinformação sobre o assunto continua sendo uma das principais causas dos problemas entre marido e mulher. Há alguns anos, vários estudos concluíram que a franqueza em torno da sexualidade acabaria com os tabus e a ignorância. No entanto, os especialistas observam que ainda existem informações incorretas que, mesmo assim, recebem muitos créditos, o que pode prejudicar até mesmo os casamentos felizes.

mitos sobre as relacoes sexuais

1) As mulheres estão menos interessadas em sexo do que homens

A realidade é que, se estiverem bem de saúde e tiverem tempo e energia suficientes, o apetite sexual das mulheres é igual ou superior ao dos homens. Então, por que este mito é tão difundido? Tradicionalmente, as pessoas ensinavam certos comportamentos relacionados ao sexo para as crianças: as meninas aprendiam a ser recatadas e passivas e, os meninos, agressivos. Embora isso esteja mudando, muitas mulheres adultas ainda podem acreditar que devem ter uma atitude passiva e expressar menos suas preocupações sexuais.

2) Quanto mais você se concentrar na técnica para fazer amor, melhor será o resultado

Nada está mais longe da realidade. Se ficar pensando em como deve se mover, nas áreas do corpo que deve acariciar e no que seu parceiro ou parceira sente, você aproveitará muito pouco. A melhor relação sexual ocorre quando se está absolutamente imerso no momento, sem distrações físicas ou mentais.

3) A atividade sexual com o mesmo parceiro, ano após ano, torna-se tediosa

A verdade é que é totalmente possível ter uma relação sexual prazerosa e duradoura com um parceiro por toda a vida. Muitas vezes, o tédio neste sentido é uma consequência de não se conhecer o parceiro bem e de não se entregar por inteiro no relacionamento.

Para manter a novidade, o casal pode tentar ser ousado, mostrar criatividade, usar a imaginação e divertir-se mais quando fizer amor.

4) Cada integrante do casal deve fazer todo o possível para agradar ao outro

Nenhum dos dois pode ser totalmente responsável pelo orgasmo do outro. No entanto, é possível fomentar o prazer ao atender as necessidades e desejos exteriorizados pelo parceiro.

5) Os homens atingem sua máxima capacidade sexual aos 18 anos e, depois, a performance piora

A produção de testosterona no organismo, o hormônio masculino que influencia a excitação sexual, realmente chega a seu ponto máximo nesse momento da vida; mas a sexualidade do homem não depende apenas de questões fisiológicas.

O conceito que o homem tem de si mesmo, de sua parceira e da sexualidade em geral, afeta a capacidade do corpo de responder adequadamente aos estímulos eróticos. Portanto, um homem maduro com boa saúde, que compreende sua sexualidade e tenha uma mulher afetuosa, pode demonstrar uma maior capacidade de expressão sexual do que um jovem de 18 anos, que tende a concentrar sua atenção no aspecto físico.

6) As mulheres independentes e com iniciativa sexual provocam impotência nos parceiros

Em termos gerais, as mulheres não causam impotência, a qual está mais relacionada à insegurança do homem. Do ponto de vista masculino, a parceira mais estimulante é a sexualmente ativa. É mais provável que uma mulher dependente, que não oferece à relação sexual mais do que sua disponibilidade, contribua para a impotência do homem.

7) A aproximação erótica sempre deve ser espontânea

Muitos casais perceberam que, na correria da vida moderna, quase não há tempo para fazer amor. Quem insiste em ser espontâneo sempre acaba descobrindo que a atividade sexual vai diminuir até desaparecer por completo.

Não se trata de planejar os contatos íntimos, porque isso acaba sendo muito artificial, mas é preciso reservar um tempo para ficar com o parceiro. E, quando chegar a hora, simplesmente deixe algo gostoso acontecer.

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